Devolve o inverso da distribuição da probabilidade F. Se p = DISTF(x;...), então INVF(p;...) = x.
A distribuição F pode ser utilizada num teste F que compara o grau de variabilidade nos dois conjuntos de dados. Por exemplo, pode analisar as distribuições de lucros em Portugal e em Espanha para determinar se os dois países têm um grau de diversidade semelhante.
Sintaxe
INVF(probabilidade;graus_liberdade1;graus_liberdade2)
Probabilidade é uma probabilidade associada à distribuição cumulativa F.
Graus_liberdade1 são os graus de liberdade do numerador.
Graus_liberdade2 são os graus de liberdade do denominador.
Observações
- Se qualquer argumento não for numérico, INVF devolve o valor de erro #VALOR!.
- Se probabilidade < 0 ou probabilidade < 1, INVF devolve o valor de erro #NÚM!.
- Se graus_liberdade1 ou graus_liberdade2 não forem um número inteiro, são truncados.
- Se graus_liberdade1 < 1 ou graus_liberdade1 = 10^10, INVF devolve o valor de erro #NÚM!.
- Se graus_liberdade2 < 1 ou graus_liberdade2 = 10^10, INVF devolve o valor de erro #NÚM!.
INVF pode ser utilizado para devolver valores críticos da distribuição F. Por exemplo, a saída de um cálculo ANOVA inclui muitas vezes dados para a estatística F, probabilidade F e valor crítico F com o nível de significação de 0,05. Para devolver o valor crítico de F, utilize o nível de significação como o argumento de probabilidade para INVF.
INVF utiliza uma técnica iterativa para calcular a função. Considerando um valor de probabilidade, INVF itera até que o resultado tenha a precisão de ±3x10^-7. Se INVF não convergir depois de 100 iterações, a função devolve o valor de erro #N/D.
Exemplo
| Probabilidade | Graus_liberdade1 | Graus_liberdade2 | Fórmula |
Descrição (Resultado) |
| 0,01 | 6 | 4 | =INVF([Probabilidade],[Graus1],[Graus2]) |
Inverso da distribuição de probabilidade F relativa aos argumentos especificados (15,20675) |